sexta-feira, 21 de março de 2008

Temporais em Mossoró


Chuvas continuam a causar transtornos e prejuízos em Mossoró

Williams Vicente

A chuva que tem caído em Mossoró nos últimos dias escorre para um destino certo e sempre igual: o caos. Ontem à tarde a pancada d'água que mudou a paisagem da cidade mais uma vez revelou a fragilidade da infra-estrutura das construções.
Por toda Mossoró, árvores caíram e danificaram carros, o Corpo de Bombeiros foi acionado várias vezes e o Centro da cidade permaneceu alagado durante a chuva. Resultado: trânsito lento, transtorno para o comércio e o pedestre que não consegue se locomover. A drenagem em Mossoró não funciona. Além disso, as ruas geralmente são desniveladas, e no caso do centro da cidade a situação se agrava não só pelo escoamento inadequado como pela falta de consciência do mossoroense. Jogar lixo na rua, por exemplo, entope bueiros e nesse caso não adianta procurar culpados nas secretarias para reclamar.
Afora isso, o período chuvoso que os meteorologistas prevêem mais intenso no inverno deste ano vai continuar promovendo estragos e os prejuízos de anos anteriores.
No conjunto Márcio Marinho, mais precisamente na rua Joseluci Ferreira, as casas foram completamente alagadas novamente. Ruas paralelas a essas somam 30 residências afetadas pela chuva. Alguns moradores já estavam precavidos dos temporais anteriores porque furaram os muros para escorrer a água, outros construíram barreiras na porta de casa, mas ainda assim os prejuízos continuam sendo contabilizados. Além disso, os moradores agora temem que a estrutura das residências esteja comprometida e ameace cair.
A cena também se repete nas comunidades Macarrão e Quixabeirinha, no bairro Aeroporto. Nas ruas Noilde de Cássia Pereira e Anderson Dutra, e adjacências, no Macarrão, atravessar a rua só é possível com água batendo na canela ou fazendo malabarismo em cima de motos. O alagamento continua por horas mesmo depois das chuvas cessarem porque a comunidade recebe toda água que desce do bairro Aeroporto.
"Já perdemos guarda-roupa, geladeira. Este ano a gente se preveniu construindo barricadas na porta de casa, mas o perigo continua. A prefeitura prometeu fazer uma galeria que escoasse essa água, mas até agora nada", disse o porteiro Gilberto Marcelino.
A mesma água que passa pelo Macarrão chega a Quixabeirinha, onde a situação é ainda pior. As ruas, como a José F. de Melo, não são pavimentadas e a cena chega a ser dantesca: os moradores ficam em casa ilhados e de mãos atadas. Alguns tentam empurrar a água que entra nas varandas, mas não há muito que ser feito a não ser esperar a enchente passar.
Outro ponto crítico da cidade está na rua João Victor de Oliveira, no bairro Belo Horizonte. Há duas semanas, famílias inteiras perderam praticamente tudo com o primeiro alagamento do ano. Ontem, a situação só não foi mais grave porque há obras da Caern desobstruindo os bueiros no local e ainda assim se pode ver as barricadas sendo construídas nas portas porque a lama teima em atingir a entrada do lares.
Nem mesmo os prédios públicos escapam da ação da chuva. A Delegacia da Polícia Federal (DPF) em Mossoró, que fica localizada à rua Amaro Duarte, mais uma vez foi invadida pela água. A água atingiu um nível maior que na chuva anterior e dessa vez mais documentos e dois computadores foram danificados. Um policial de plantão no local, que preferiu não se identificar, disse que há promessas da prefeitura para realizar a drenagem da região. Por enquanto, nada foi feito.
O secretário municipal de Serviços Urbanos, Trânsito e Transportes Públicos, Alex Moacir, disse ao O Mossoroense quando procurado para falar dos transtornos no início da semana que o problema na maior parte dos lugares não é de hoje e que infelizmente é muita água e a drenagem municipal não comporta. Ontem, ele não foi encontrado pela reportagem para dizer se há algum plano de emergência para evitar os prejuízos contínuos.
Que o problema é antigo todo mundo já sabe. Mossoró é terra onde chove pouco e assim a administração vai esperando o próximo inverno para dizer novamente que o problema é antigo e que a drenagem da cidade não suporta a quantidade de água. O que parece ser um investimento que não tem urgência, dada a irregularidade das chuvas, na verdade poderia evitar prejuízos maiores se alguma medida fosse tomada. Resolver o problema dos alagamentos em Mossoró não é mera questão estética.
Os moradores da periferia, que geralmente são os mais afetados, são também os que normalmente compram os móveis e eletrodomésticos com dificuldade e a longo prazo. Se eles perdem uma geladeira, por exemplo, numa chuva de um dia, vão passar o resto do ano pagando pelo prejuízo. Além disso, as lagoas que se formam estão envoltas de lixo e o risco para transmissão de doenças é iminente. Portanto, drenar a cidade é também uma questão de saúde pública.

terça-feira, 18 de março de 2008

Peixes ditos 'populares' são vendidos ao mesmo preço dos supermercados da cidade

Williams Vicente

A mesa do mossoroense na Semana Santa promete ser farta pelo menos se depender das 25 toneladas de peixes do tipo corvina que começaram a ser vendidas ontem pelo Abatedouro Frigorífico Industrial de Mossoró (AFIM). A idéia é atender principalmente a população mais pobre com a comercialização do produto a R$ 4,50 o quilo.
Segundo a diretora administrativa-financeira do AFIM, Jaqueline Amaral, tradicionalmente as 25 toneladas são vendidas até a Quinta-feira Santa. O que talvez a população mais pobre que seria a beneficiada com a oferta não tenha reparado é que o preço do peixe corvina vendido pelo frigorífico não difere muito do comercializado nos supermercados.
No supermercado Queiroz, o quilo do peixe corvina é vendido a R$ 4,98. Preço também praticado pelo Rebouças. Em todos os supermercados da Rede 10, o quilo do produto sai por R$ 4,79 e no Supermercado Dantas por R$ 4,89.
O AFIM diz que não há intenção de lucrar com a venda do peixe. O preço cobre apenas os custos do produto que é comprado em Santa Catarina, já que o Rio Grande do Norte não tem produção suficiente desse tipo de peixe, o que deixaria o produto mais caro se adquirido aqui mesmo no Estado.
Os peixes estão à venda em postos instalados nos bairros Alto da Conceição, São Manoel, Bom Jardim, na Central de Abastecimento, antiga Cobal, no Mercado Central, no conjunto Abolição I e no próprio Afim, das 7h às 17h.
Cada consumidor poderá comprar somente três quilos de peixe. O objetivo da medida é permitir a compra do produto pelo maior número de pessoas e, principalmente, evitar a especulação.

segunda-feira, 17 de março de 2008

Cesta básica fica mais cara em fevereiro



Cesta básica está mais cara desde o mês de fevereiro

Williams Vicente


O valor da cesta básica em Mossoró medido pelo projeto Custo de Vida, do Departamento de Economia da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern), chegou, no mês de fevereiro, a R$ 409,29. Em janeiro, a cesta básica custou R$ 403,21, o que significa uma variação de 1,51%.
A cesta básica é calculada pelo Custo de Vida, tendo como base uma família de cinco pessoas (três adultos e duas crianças) e é composta por três grupos de produtos, todos eles ficaram mais caros em fevereiro: Alimentação teve variação positiva de 1,41%; Higiene Pessoal subiu 1,40% e Limpeza Doméstica 2,56% no último mês.
No grupo alimentação, o açúcar (11%), a banana (17,80%), a cebola (34,95%) e o vilão dos últimos meses, o feijão (20,29%), puxaram o preço da cesta básica para cima. Ajudaram a elevar a inflação também o papel higiênico (21,25%) e o creme dental (7,92%). A limpeza da casa também ficou mais cara por causa principalmente do desinfetante (24,97%) e pela vassoura de palha (11,20%).
Por outro lado, a rapadura (-21,63%), o óleo (-11,00%), o pão que vai sofrer novo reajuste em abril (-9,85%), o macarrão (-8,76%) e o cotonete (-8,65%) ficaram mais baratos e ajudaram a equilibrar o valor final da cesta básica.
O Projeto Custo de Vida calcula também os gastos com a ração essencial mínima que em fevereiro somou R$ 124,06 por pessoa, caracterizando uma queda de 4,54% em relação ao mês anterior. Para atender às necessidades de alimentação da família mossoroense, o trabalhador necessitaria de uma renda mínima de R$ 496,22 de acordo com o Decreto-Lei 399. A ração essencial mínima, ou cesta básica essencial, é composta por treze produtos. Foi definido pelo Decreto-Lei 399 de abril 1938, nas quantidades necessárias para o trabalhador poder repor as energias consumidas no exercício do seu trabalho.
Ainda de acordo com a pesquisa, para que pudessem ser atendidas as necessidades do trabalhador mossoroense e de sua família, com alimentação, habitação, vestuário, higiene e transportes, de acordo com a estrutura de despesas fixadas pelo DL 399, o salário mínimo necessário, para o mês de fevereiro de 2008, deveria ter sido fixado em R$ 902,22

quarta-feira, 12 de março de 2008

Dessa eu não sabia






Todo mundo já devia saber, mas dessa eu não sabia. No discurso de agradecimento no Rock And Roll Hall Of Fame, no dia 10 deste mês, Madonna resumiu sua saga, agradeçendo as pessoas que estiveram por perto e ajudaram-na a chegar onde chegou. Entre uma passagem e outra, ela fala de quando encontrou o dono da Sire numa cama de hospital para lhe mostrar sua primeira demo, de quando conheceu sua altual assessora de imprensa , Liz, fumando um baseado (Liz era quem fumava) e coisas assim.
Mas o que eu nao sabia mesmo era dessa passagem curiosa:

"...de repente eu estava rolando no chão do MTV Awards com a minha bunda aparecendo... (quem nao lembra da perfomance de Like A virgin vestida de noiva la em 1980 e alguma coisa?) o que ninguém sabia é que eu havia perdido um de meus saltos e estava no chão tentando encontrá-lo e, de repente, aquilo se transformou num movimento de dança. E entao tive que ir para o meu camarim e encarar meu empresário que estava branco feito um fantasma em pânico dizendo que eu tinha acabado de arruinar minha carreira..."






E abaixo a capa do single que vem por aí, o 4 minuts, ja ta pela net

terça-feira, 11 de março de 2008

Pão sofrerá novo reajuste de até 14% no início de abril - O Mossoroense de 12 de março



Pão deverá ter um novo aumento de 14% até abril

ADRIANA MORAIS



O pãozinho de cada dia sofrerá um novo reajuste. De acordo com o presidente da Indústria de Panificação de Mossoró e Região Oeste e Salina do RN (Sindipan), Gerson Nóbrega, até o dia primeiro de abril o produto básico da mesa dos consumidores aumentará em torno de 10% a 14%.
O preço do pão, que em fevereiro sofreu um reajuste de 15%, é vendido hoje, em média, segundo Gerson Nóbrega, entre R$ 4,99 a R$ 6,80 o quilo, conforme a estrutura de cada estabelecimento e passará a ser vendido na casa dos R$ 7,00.
Conforme o presidente do Sindipan, este novo reajuste se dá novamente devido ao aumento no preço da saca de farinha de trigo e provavelmente estes aumentos devem continuar. A previsão é que até julho o preço da farinha dobre e conseqüentemente, o preço do pão deverá seguir estes reajustes.
O reajuste do trigo tem duas razões: primeiro, a quebra na produção mundial no ano passado por causa do clima e aumento do consumo. Mesmo com a redução na taxa de exportação do produto, o preço do principal ingrediente do pão vem aumentando sem parar nos últimos 12 meses. Em fevereiro do ano passado, a tonelada do trigo custava US$ 208, e no mês passado, passou a custar US$ 455, apresentando um aumento de 119%.
Estes constantes reajustes estão preocupando os consumidores que não querem abrir mão do produto, uma vez que o aumento no pãozinho irá pesar no orçamento. Só para ter uma idéia, atualmente para comprar cinco pães o consumidor gasta em média R$ 1,20. Assim, uma família de quatro pessoas com renda de um salário mínimo, por exemplo, que compra esta quantidade de pães diariamente gasta em torno de R$ 36,00 por mês, valor correspondente a 8,5% do salário mínimo. Com o novo aumento a tendência é que algumas pessoas deixem de consumir o produto diariamente.
De acordo com Gerson Nóbrega, esses constantes aumentos no preço dos pães preocupam não só os consumidores como também os comerciantes. "Temos receio que em face destes reajustes haja uma retração nos consumidores e estes passem a substituir o pão por outro produto mais acessível, principalmente aqueles que possuem menor poder aquisitivo", afirma.
O gerente de uma panificadora na cidade, Cesário Melo, destaca que o setor passa por uma crise muito grande e como sempre o consumidor irá sentir no bolso as conseqüências. No entanto, neste caso, não é só o consumidor que está sentindo o prejuízo. "Nós panificadores estamos numa situação muito delicada, com os constantes aumentos estamos perdendo freguesia e conseqüentemente os lucros estão diminuindo", afirma.
Cesário Melo informa ainda que a previsão é que até julho as coisas só piorem. "Com a redução dos lucros e o aumento no preço do produto, estamos trabalhando com a redução ao máximo de custos para não perder ainda mais a clientela", diz.
Para driblar a crise os panificadores estão comprando estoques maiores de farinha de trigo para segurar ao máximo o reajuste dos preços. "Antes a gente comprava saca para 15 dias, agora estamos comprando para 30 a 40 dias, a fim de segurar ao máximo o preço. Além disso, estamos repassando para o consumidor apenas uma parte do aumento da farinha", salienta.
O gerente afirma que a crise que a panificação está passando é muito forte e as conseqüências ainda podem ser mais agravantes. Segundo ele, com o aumento do preço da farinha e a perda da clientela devido aos preços altos, a panificadora corre o risco de até demitir funcionários para poder superar a crise.
Os consumidores reclamam de mais um reajuste. "O pão já está muito caro e é um produto que consumimos diariamente. Com mais um aumento ou vamos gastar muito para poder continuar consumindo ou se não tiver jeito vamos ter que abrir mão do produto", lamenta a estudante Daiana Alves.

Cinquenta anos de Grammy e as rugas dos que não foram


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Entrevista: Roberta Larissa Pordeus


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domingo, 9 de março de 2008

PMM manda queimar barracos na Alameda dos Cajueiros



Por Adriana Morais


Prefeitura manda derrubar e queimar barracos construídos ilegalmente na Alameda dos Cajueiros

A Prefeitura de Mossoró, por meio da Gerência Executiva de Infra-Estrutura, mandou derrubar cerca de 20 barracos, construídos pelos moradores, ontem pela manhã no bairro Alameda dos Cajueiros. Além de derrubar, os policiais queimaram os barracos.
Os moradores afirmam que não foram informados previamente sobre a ação. "Ninguém nos avisou que a gente tinha que parar as construções. Eles simplesmente chegaram e começaram a derrubar tudo", reclama a moradora Luciana Santos.
Luciana afirma que mora de aluguel e o locador deu um prazo de 20 dias para ela procurar outra moradia, no entanto não tem condições financeiras de alugar uma outra casa, já que os aluguéis na cidade estão muito caros.
"Moro com minhas três filhas e com meu marido, que trabalha fazendo biscates, e não temos como pagar mais o aluguel, por isso estávamos construindo o barraco para poder termos onde morar. Gastei R$ 200 na construção, que ainda estou devendo. Aí eles chegaram e acabaram com tudo. E agora? Onde é que vamos morar?", lamenta Luciana.
De acordo com a moradora Karla Cabral, o terreno estava praticamente abandonado, por isso os moradores resolveram dar início as construções, já que a maioria mora em casa de aluguel ou de favor com algum parente. "Foi só começar a construção que a prefeitura se lembra da região e manda derrubar nossas moradias", diz indignada.
Depois que o pessoal da prefeitura foi embora, o morador Marcos Antônio foi para o meio da fumaça para recuperar o que sobrou do seu barraco. Ele afirma que irá juntar o que sobrou para construir um novo barraco.
Ele diz que esta atitude irá prejudicar muita gente, além disso, ao invés de ficar acabando com a moradia das pessoas a prefeitura deveria se preocupar com coisas mais importantes na Alameda. "Aqui a gente vive isolado de tudo, falta pavimentação, iluminação pública, transporte coletivo e nunca ''apareceu" ninguém responsável para dar ao menos uma satisfação. Agora só porque a gente construiu uns barracos para ter onde morar num terreno que a prefeitura diz que é dela, imediatamente eles sabem vir para derrubar", reclama o morador.

quarta-feira, 5 de março de 2008

O homem que sabia voar


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Carnaval de Natal Sem Perder o Passo


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Iggy Pop e os Stooges vão apadrinhar Madonna no Hall of Fame do Rock

DO G1
Organização decidiu substituir Justin Timberlake pela banda punk.Motivo alegado são as raízes: Madonna e os Stooges são de Detroit.
Sai Justin Timberlake, entram Iggy Pop & The Stooges. A organização do Hall of Fame do Rock decidiu substituir o cantor de “Sexyback” pela banda punk para apadrinhar Madonna na cerimônia que acontecerá na próxima segunda-feira (10), em Nova York. O motivo alegado são as raízes em comum: Madonna cresceu no subúrbio de Detroit, onde a banda foi formada. Além disso, o grupo abriu a apresentação da rainha do pop em Dublin na Reinvention Tour, em 2004. Outras atrações programadas para se apresentar na ocasião são Damien Rice (para Leonard Cohen), James Cotton (para Little Walter), Patti LaBelle (para Gamble & Huff), e ainda John Mellencamp e The Ventures.


'Four minutes'
Justin Timberlake canta na faixa “Four minutes”, produzida pelo badalado Timbaland. A canção faz parte do novo álbum de Madonna, “Hardy candy”, previsto para ser lançado mundialmente no dia 28 de abril e no dia seguinte nos EUA, mas já vazou na internet. Enquanto isso, Timberlake pode ser visto interpretando um apresentador de programa de auditório no novo clipe da dupla Gnarls Barkley, “Run”.

sábado, 1 de março de 2008

FOUR MINUTS


Agora é oficial, o novo álbum dela que é a melhor, vai se chamar "Hard Candy" (Bala dura). O título, diz-se, vem da obsessão da cantora por doces e traduz o espírito da material girl meiga/agressiva atualmente. "Four minuts" , o primeiro single que sera lançado no final de março, já rodou as ondas de uma radio francesa (NRJ) esta semana, vale nota 9. Tem la a participação de Justim e produção sei la de quem , talvez de Timbaland, o mestre do hip hop e deste disco.
Justim divide o refrao basicamente numa coisa que lembra a sonoridade dos anos 80, e o break que rolava no inicio dos anos 90. Justin imprime um negocio quase um grupinho boy band. Anos 80 seriam Menundos? Misture Michael jackson. Nao interessa. A faixa segue a cartilha do que Madonna queria: sonoridade urbana com costura hip hop!!!
É poderosa!!! Tem cara também de não ser o melhor que vira no album. Alias, o single, geralmente esconde faixas mais interessantes que virao com o disco. Vamos esperar o final de abril, quando sai o disco, ou quando baixaremos tudo de graça na internet. Madonna aos 50 promete mexer o esqueleto de qualquer um, goste ou nao da levada hip hop. ta valendo!
para baixar, basta acessar

ou
ou ainda procurar no madonnaonline.com.br
Ah! Depois de vaqueria, puta, vaca e tudo o mais, dessa vez ela vem de pugilista. Saradissima como sempre. E o disco parece que sera "non stop". Aguardemos.
PORQUE RAPADURA É DOCE, MAS NÃO É MOLE, NÃO!

Evangélicos se unem hoje à noite para o primeiro Mossoró Rock Gospel

Williams Vicente
Editor Cotidiano

Influenciados pelo rock gospel ou rock cristão americano dos anos 1970, as bandas formadas por integrantes evangélicos Kalvarium, Código Supremo, VPC, todas de Mossoró, e o grupo convidado de Governador Dix-sept Rosado, Apocalipse 21, sobem ao palco do Moto Clube Carcará, logo mais à noite, a partir das 19h.
A idéia do evento é romper com o preconceito e aproximar os jovens do cristianismo, assim como as bandas mais famosas do gênero fizeram nos anos 60 e 70, como Petra e Stryper, que eram malvistas pela sociedade evangélica, já que o som era tido como "do diabo".
No Brasil, o movimento se consolidou nos anos 80 com o surgimento das bandas que até hoje são referência na vertente rock evangélico, vide Oficina G3, grupo de origem paulista formado em 1987, que, aliás subiu ao palco do Rock In Rio, em 2001, além de já ter sido premiado com um Grammy no ano passado, na categoria Melhor Álbum de Música Cristã em Língua Portuguesa, pelo disco Elektracustica.
Já em Mossoró, os amantes do movimento se propõem a revolucionar a cultura gospel, estimulando a interação da comunidade evangélica, através de festivais como o Mossoró Gospel Rock, único evento do gênero no Estado.
"Queremos unir as pessoas que gostam do estilo e principalmente descrentes e desviados como no próprio tema do evento diz: alguém me falou de um Deus que pode nos salvar", conclui o vocalista da banda Código Supremo e idealizador do evento, Leandro Vieira.

SERVIÇO
EVENTO - Mossoró Gospel Rock
LOCAL - Moto Club Carcará
DATA 1º de março
HORÁRIO: 19H
ENTRADA R$ 3 ( antecipado, na gráfica Copiare) R$ 6 (na hora)INFORMAÇÕES 84-8874-3751

Artistas mossoroenses se encontram para apresentar propostas ao Canto Potiguar

Genildo Costa, cantor
Williams Vicente
Editor Cotidiano

O cantor e idealizador do projeto Canto Potiguar, Genildo Costa, reuniu ontem à noite, no Teatro Dix-huit Rosado, músicos e artistas da cidade para discutir novas propostas para o evento mensal.
A saga de Genildo inclui a luta para driblar o desemprego quando decidiu morar em Mossoró e conseguir colocar o Canto na rua. Ele trouxe a idéia do projeto do município de Grossos, onde foi secretário de Cultura, mas não houve como executá-lo. Na terra da resistência, finalmente, o artista da terra teve espaço para soltar a voz, em 2006. Por falta de patrocínio, o Canto foi suspenso, mas através da Lei Câmara Cascudo e da Petrobras, em setembro do ano passado, os palcos mossoroenses voltaram a dar corpo ao sonho de Genildo.
Porém, os custos são altos e as dificuldades para bancar mais de um cantor numa única apresentação são muitas. Não há verba suficiente, mas há consenso entre o idealizador do Canto, de Crispiniano Neto, presidente da Fundação José Augusto (FJA), que esteve presente à reunião, e dos artistas que se propuseram a discutir formas de ampliar o projeto: é preciso correr atrás de patrocínio local.
"O projeto deve ter as portas e janelas escancaradas para quem não tem acesso ao palco e está no anonimato. O projeto não é meu, é dos artistas e nós temos que dar voz ao Estado", disse Genildo.
Certo é que a medida que os recursos aparecerem, mais artistas terão oportunidade de se apresentar. Da reunião, foi divulgado também o nome da próxima atração do Canto, o cantor Manassés Campos, que estará no Teatro Municipal, lançando o CD "Varal do Tempo", no dia 28 de março. Uma atração mossoroense ainda será definida.
O Canto Potiguar está no caminho do progresso. Genildo Costa trabalha com maturidade suficiente para transformar o Canto numa idéia perene.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

LEI QUE PROÍBE VENDA DE BEBIDA ALCOÓLICA PROVOCA DEMISSÕES



Priscilla Dutra
Lei seca nas estradas federais provoca desemprego na cidade

A chamada "Lei seca" estabelecida pelo governo federal nas rodovias federais, proibindo a venda de bebida alcoólica nas BRs, está provocando desemprego no município. Atualmente já pode ser observada uma queda acentuada no número de empregos e um aumento considerável nas demissões de trabalhadores de bares e restaurantes localizados às margens das estradas federais.
Em uma das churrascarias da cidade, com 29 anos de existência, formam demitidos cinco dos 11 trabalhadores contratados. Uma das funcionárias do estabelecimento justifica as demissões pelo fato de as vendas terem reduzido em mais de 30% a partir da entrada em vigor da "Lei seca", que começou no dia 1º de fevereiro.
"A gente está tendo que conviver com o prejuízo nas vendas. Demitimos algumas pessoas e também aqueles funcionários que tinham comissões também tiveram uma redução, já que as vendas caíram. Acredito que esse é o período mais difícil que a churrascaria já enfrentou. Porém, não há outra alternativa. A lei é clara e temos que obedecê-la senão ficamos sujeitos às penalidades, multas", disse.
Pedro Torres é garçom há mais de 15 anos. Ele lembra que os efeitos da chamada Lei seca não são sentidos apenas pelos proprietários dos estabelecimentos, mas principalmente pelos trabalhadores.
"Eu vejo com muita tristeza meus colegas sendo demitidos e as famílias deles passando necessidade. É complicado conviver com a perspectiva de ser o próximo a perder o emprego. Ainda mais pelo fato de eu achar que essa lei não reduz em nada acidentes. O governo federal deveria se preocupar em investir mais na Polícia Rodoviária Federal (PRF)", relata.

sábado, 23 de fevereiro de 2008

GOVERNO FEDERAL LIBERA R$ 338 MILHÕES PARA A ZONA RURAL DO RN


Márcio Costa

Editor de Regional



Territórios da Cidadania será lançado amanhã

O Programa Territórios da Cidadania, do governo federal, começa a ser implantado no Rio Grande do Norte a partir desta segunda-feira em solenidade marcada para começar às 10h30.
A reunião, que será realizada no auditório da Universidade Federal do Semi-Árido (Ufersa), contará com a presença de integrantes do Colegiado do Território do Açu-Mossoró onde a partir das 11h acompanham a solenidade de lançamento nacional do Programa, que será realizada em Brasília, com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.
À tarde, a partir das 14h, eles participam de uma videoconferência direta de Brasília, na qual o governo federal vai apresentar as diretrizes do Programa. Na terça-feira (26), às 9h, com a presença de representantes do governo federal, os integrantes do Colegiado Territorial do Açu-Mossoró começam a definir o Plano Territorial e o calendário de implementação das ações previstas pelo Programa no Território. Esta etapa será concluída até o final de abril.
Estado contará com investimentos em três núcleos
O Açu-Mossoró é um dos três Territórios da Cidadania beneficiados pelo Programa no Rio Grande do Norte. Os outros são o do Sertão do Apodi e do Mato Grande, onde as reuniões do Colegiado Territorial serão realizadas entre 3 a 7 de março.
O Territórios da Cidadania vai destinar R$ 338,6 milhões para investimentos no Rio Grande do Norte. Os recursos, já definidos e orçados pelo governo federal, serão aplicados em ações de apoio a atividades produtivas, de cidadania e desenvolvimento social.
INFRA-ESTRUTURA.
Com o programa, serão ampliadas ações de assistência técnica e infra-estrutura de assentamentos rurais, para agricultores familiares e pescadores, além de programas como o Pronaf, Luz para Todos, Bolsa-Família, Saúde da Família, Farmácia Popular (PSF) e Brasil
SORRIDENTE
O programa vai estimular o desenvolvimento regional e assegurar direitos sociais em regiões que mais precisam, com a integração de ações dos governos federal, estaduais e municipais e participação da sociedade. Açu-Mossoró, Sertão do Apodi (Chapada do Apodi) e Mato Grande estão entre os 60 territórios que serão atendidos em todo o Brasil nesta etapa do programa. O investimento total previsto para este ano nos 60 territórios é da ordem de R$ 11,3 bilhões e contempla 135 ações de 15 ministérios.