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sábado, 22 de novembro de 2008

Ela ta de volta


Na futilidade das notas do madonnaonline tem ate uma enquete sobre se Madonna está fantasiada nessa roupa. Como pode esse pessoal "tão proximo" da cantora, nao perceber que ela foi vestida a festa do que é, "Blond Ambition". Essa roupa, esse cabelo , essa mulher, é aquela que cantou "Like a Virgin" em cima de uma cama, que usou os cones. Ela foi tomar um drink na festa beneficente da Gucci pra comemorar a entrada na terceira idade como uma virgem tocada pela primeira vez. O drink foi tomado com o unico amor que ela teve, o Sean. Ela so nao tem mais idade pra ter ofilho que ela quis ter tido com ele, vai so bebemorar daqui frente. É muito provavel que no Brasil ela esteja no auge da euforia, solta e nuna no palco.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Planmusic confirma negociação para trazer Madonna ao Brasil




TINO MONETTI



Colaboração para a Folha Online



A Planmusic, do empresário Luiz Oscar Niemeyer, informou à Folha Online que ainda está em negociações para trazer a cantora norte-americana Madonna, 49, ao Brasil.
Evan Agostini/AP
Madonna canta com Justin Timberlake durante show gratuito em Nova York; produtora Planmusic negocia vinda da cantora ao Brasil
Nesta quinta-feira (8), a artista anunciou que sua nova turnê, "Sticky and Sweet Tour", deve percorrer o mundo a partir do segundo semestre, incluindo a América do Sul, sem detalhar os países da região.
"A Planmusic fez uma proposta ao pessoal do escritório de Madonna, mas existem outras produtoras brasileiras na disputa. Já tínhamos feito a proposta no ano passado e seguimos tentando neste ano", informou a assessoria da Planmusic Entretenimento, que trouxe ao país bandas como U2 e Coldplay.
Já a assessoria da Warner Music, responsável por "Hard Candy", porém, não pela turnê, evitou confirmar a vinda de Madonna ao Brasil, afirmando que a gravadora não precisava, necessariamente, saber de um possível show da cantora no país.
A turnê, que serve para promover o lançamento de "Hard Candy", mais recente disco de Madonna, lançado em 28 de abril, e o último de sua carreira pela Warner Music, começa no dia 23 de agosto, na cidade de Cardiff (País de Gales). O disco já alcançou o primeiro lugar em vendas em 33 países, incluindo o Brasil, informou a Warner.
Segundo release oficial, Madonna passará pela América do Sul no final do ano, embora as datas e a inclusão do Brasil ainda não foram confirmadas.
Caso venha a se realizar, esta será a primeira passagem da cantora pelo Brasil desde "The Girlie Show Tour", em 1993.
O site brasileiro MadonnaOnline, o maior do país sobre a cantora, comemorou a confirmação da vinda da pop star à América do Sul.
"Estamos muito felizes com as negociações positivas. É que infelizmente uma parcela mínima tem condições de sair do Brasil para conferir um espetáculo da Madonna", afirmou Rafael Augusto, um dos responsáveis pela página.
Turnê
A turnê "Sticky & Sweet", que teve seu nome retirado de um trecho de "Candy Shop", música que abre "Hard Candy", tem shows programados de 23 de agosto até 26 de novembro.
Os shows começam em Cardiff para, a seguir, passar por diversas capitais européias como Berlim, Amsterdam, Roma, Londres e Paris, que recebe o concerto em 20 de setembro.
No dia 3 de outubro, East Ruhterford, no Estado de New Jersey, é a primeira cidade norte-americana a receber "Sticky & Sweet".
A seguir, Madonna passará pelas principais cidades dos Estados Unidos e Canadá até seu último show marcado, previsto para acontecer em Miami, no Estado americano da Flórida.
O site da Live Nation, que vende os ingressos para a parte da turnê na América do Norte, confirma as datas, porém, ainda não divulgou valores dos ingressos.
Especulações
Recentemente, diversos meios de comunicação no Brasil afirmaram que sites de ingressos venderiam entradas antecipadas para possíveis shows no país.
Entre eles, estava o SOSMasterticket, que anunciava um show de Madonna no Rio de Janeiro, no estádio do Maracanã, e outro em Fortaleza, em um estádio fictício chamado "Pueblo".

terça-feira, 29 de abril de 2008

Hard Candy pelo UOL

Madonna lança "Hard Candy", disco tão colorido, saboroso e enjoativo quanto uma loja de doces


MARCELO NEGROMONTE

Editor de Entretenimento do UOL


Em "Hard Candy", 11° e último álbum que Madonna lança nesta segunda (28) pela Warner, a cantora é acompanhada por uma espécie de "dream team" de produtores e colaboradores, todos eles familiarizados ao topo das paradas dos EUA e do mundo. É uma atitude inédita.

Justo no último, Madonna divide pela primeira vez os créditos de um disco com performers como ela: Justin Timberlake (canta e produz), Timbaland, Pharrell Williams (dos Neptunes e N.E.R.D.), Nate "Danja" Hills e Kanye West (que canta em "Beat Goes On"). Depois de ter álbuns produzidos por nomes underground europeus, que ajudaram a dar o aspecto "pop de vanguarda" à mãe de Lola, como William Orbit, Mirwaïs e Stuart Price, Madonna vai agora "pras cabeças" --ou o que teoricamente há de melhor no mainstream norte-americano--, o que soa mais como uma nova brincadeira para ela do que uma aposta de fato.

"Hard Candy" seria um disco à frente de seu tempo em 2002, apontaria o espírito dos anos 2000. Em 2008, o álbum cumpre o que promete: faz dançar, com discothèque, hip hop, funk, vozes processadas, tudo cirurgicamente embalado no ProTools. É um "Confessions on the Dancefloor", sem as "confessions", sem aquele fiapo de espiritualidade, que fora mais espesso em "Ray of Light" (1998).

A era desses superprodutores parece chegar ao fim com esse álbum e com essa década: idéias repetidas, "assinaturas" que se tornam pastiche deles mesmos, um déjà-vu pop, ainda que seja evidente a presença da mão experiente de Madonna em todas as músicas.

Há uma diferença em ser convidado por Madonna para produzir e compor músicas do disco dela e ser convocado para turbinar carreiras de clientes como Nelly Furtado e Britney Spears, ambas tributárias de Madonna --"ela não é eu/ ela não tem o meu nome/ ela nunca terá o que eu tenho", canta Madonna, em contexto diverso, em "She's Not Me", com forte sabor Chic.

É possível apontar, sem nem ler os créditos, quais músicas são produzidas por Timbaland e Pharell Williams, por exemplo. E isso é um risco em uma via de mão dupla. Se se torna um material claramente de autoria desses produtores, também é material de Madonna, que confere, por sua vez, sua imagem poderosa, a imagem do Mickey da música, a esses produtores. Em vez de "reinvenções", Madonna agora engole de volta o pop que ajudou a forjar.

E esse amálgama de personalidades, de "divas", como ela disse, resulta no disco mais dançante e pop desde "Music" (2000). "Incredible", por exemplo, é uma "típica Pharell", com vocais quebrados e estrutura "heterodoxa", o que representa uma espécie de ponto de inflexão na carreira de Madonna, que nunca havia dividido os holofotes com ninguém em disco próprio.

Para dançar, há "Candy Shop", que abre o álbum, outra típica Pharell, com sons de respiração ofegante, violão latino. Corrijo: é antes uma música ideal para uma performance grandiosa na boate. Assim como a boa "4 Minutes", com Timberlake, Timbaland, e suas batidas bem marcadas, acompanhadas de sirenes de navio alucinadas, que levam o corpo a movimentos dramáticos. Quatro minutos para salvar o mundo ou, como escreveu o crítico Jon Pareles, no "New York Times", apenas o tempo de um hit pop.

Com "Give It 2 Me", o próximo single, você dança, agora sim, sem restrições. "Ninguém vai me dizer como, ninguém vai me parar agora", canta Madonna aos 49 e prestes a começar uma nova fase em sua carreira de 26 anos com o contrato de dez anos assinado com a LiveNation, sob o qual a empresa passa a lançar seus discos e gerenciar seus shows. "I can go on and on and on" (Eu posso continuar e continuar e continuar). É admirável que Madonna, justo ela, seja a única cantora em atividade que possa dizer isso ainda hoje, 25 anos depois do primeiro álbum.

E é aí, precisamente nesse próximo passo, que Madonna deve apresentar mais surpresas do que o fez com "Hard Candy", um álbum que é doce, mas não é mole, não. Agora ela manteve seu valor de mercado (o que não é pouco), mas não foi além; ela entretém como a música pop tradicional pede, sem "polêmicas" com algum sexo, asséptico, "permitido".

Enfim, "Hard Candy" é como lojas de doces, colorida e divertida; uma loja de doces com oferta de sabores já conhecidos, mas tão gostosos quanto enjoativos."My sugar is raw", diz ela apropriadamente no último disco da gravadora pela qual ela vendeu, até agora, uns 200 milhões de discos. Só a maior entertainer do mundo pode encerrar um ciclo assim --ainda mais vestida como uma boxeadora "deluxe", com braços esdruxulamente torneados.

domingo, 27 de abril de 2008

Hip Hop e a música com sabor de rapadura

Rapadura híbrida com sabor de anos 80 tempera o disco pop do ano

“Hard Candy”, o décimo primeiro álbum da cantora Madonna, chega às lojas brasileiras e da Europa amanhã

Por Williams Vicente

O novo álbum de Madonna, “Hard Candy”, previsto para chegar às lojas brasileiras e do resto do mundo amanhã (nos Estados Unidos na terça, 29) vazou no final de semana passado na internet. A chegada precoce foi marcada pela guerra de palpites fervorosos entra os fãs e a crítica. Como sempre acontece com os lançamentos da maior representação musical pop que existe no mercado, os especialistas do universo musical se dividem entre os que preferem o disco anterior e os que dizem que o novo é bom.

Madonna apesar de não fazer parte do universo regional diretamente, merece sempre destaque nas análises da imprensa porque é a partir do que ela lança que vamos consumir o que o pop no resto do planeta seguirá. É assim na sonoridade e no visual. Quem não viu Joelma travestida de Madonna na Companhia do Calypso? Adriana Calcanhoto regravou a genialidade minimalista de “Music”, transformando-a em sonoridade tupiniquim e o DVD ao vivo de Ivete Sangalo sugou a superprodução ditada pela cantora americana. Aqui em Mossoró teria até a Thabata com ares madonnescos...

Deixando algumas comparações infelizes para além, “Hard Candy” (doce duro ao pé da letra, ou rapadura para bom entendedor) ganhou esse nome pela paixão por doces da cantora e agora adquire uma conotação depois do lançamento que talvez a própria Madonna não esperasse, nem irá entender a brasilidade da livre interpretação: rapadura é doce, mas não é mole, não!

A revista americana Rolling Stone, principal publicação sobre música e cultura Pop do planeta recebeu bem o disco. Por aqui, os resenhistas andam quebrando os dentes para entender, degustar e se desprender do mito que persegue a cantora de que depois de um disco excelente (é o caso do álbum passado lançado em 2005, “Confessions on a Dance Floor”) vem um ruim. Faz sentido. Aconteceu com American Life, por exemplo.

Mas não é regra. Antes de mais nada os críticos cobram novidade sonora eternamente. É verdade que “Hard Candy” é novo para Madonna, mas não para o pop. Delineado pelo hip-hop, a dúvida que paira é se o disco só fará as pazes da cantora com o mercado americano, reduto do gênero, ou se ela soube aproveitar o investimento no estilo para gravar algo realmente interessante. Dúvida que vai se desfazendo depois de algumas audições. "Hard Candy" vem como sucessor de "Confessions on a Dance Floor", que estreou em primeiro lugar nas paradas de 30 países e na era do download grátis vendeu mais de 8 milhões de cópias.

No novo disco, Madonna continua focada no clima club e acende as raízes do passado que mandam sinais de fumaça da vida urbana em Detroit e do começo em Nova Ioque para uma noite habitada pela batida hip hop em parcerias com artistas como Timbaland, Justin Timberlake, Pharrell Williams (do Neptunes) e Nate "Danja" Hills. Todo mundo esperava que ela transformasse o hip hop para não parecer com as outras cantoras pop que descambaram por esse lado como Nelly Furtado. Com esta, para não mentir ou omitir, há uma farpa de parentesco nos maneirismos vocais e arranjos de “Heartbeat”, nada que comprometa a originalidade do disco na obra de Madonna ou que dê cabimento para é “mais-do-mesmo”. Não há uma transformação. Há uma reafirmação do casamento pop-hip-hop e o disco não parece nada com a concorrência.

É uma miscelânea de elementos que estão custando caro aos ouvidos apressados. Se “Confessions...” mantinha uma unidade sonora do início ao fim e é o que se espera dos discos para taxá-lo de bom, as canções de “Hard Candy” bebem da hibridez que distancia uma faixa da outra e confunde o ouvinte. Com disco music, electro, vocoders, muito sintetizador e bateria programada as músicas não se comunicam, mas também não se trumbicam.

Trata-se do resgate da linha oitentista revestida da atualidade da eletrônica. Os discos da cantora nos anos 80 não seguiam exatamente uma estética sonora única. As faixas eram como estas de hoje que tinham força por si só. Para entender, escute a estréia “Madonna” e para ir mais além, absorver o doce poder de “Hard Candy”, ouça “Like a Prayer”, o álbum.

O disco está cheio de contrastes e embora não seja revolucionário tem frescor de inovação. A idéia é dar um ar futurista e ao mesmo tempo retrô, club, é algo pólis. Nessa miscelânea de conceitos, o disco não chega a ser genial, mas ficará na casa da nota 9 pela simplicidade e doçura das melodias que tem até um quê de despedida (tomara que seja só da Warner – “Hard Candy” é o último disco dela lançado pelo selo). O encarte é a única parte que deixa a desejar. Madonna acerta no conceito pugilista na capa, porém peca no resto do ensaio perdendo força com uma certa tristeza transparente no olhar e um ar de senhora que não condiz com a jovialidade do álbum.

A onda de decepção que o disco tem provocado se resume ao fato de que as análises em cima das obras dela são precedidas da imposição midiática de que venham recheadas de vanguarda. Dessa vez, Madonna esteve despretensiosa, e mesmo que tenha havido a intenção de inovar contraditoriamente usando os elementos já conhecidos, o disco soa diferente, alto astral e não há motivos para jogá-lo no limbo.

Faixa a faixa
1. "Candy Shop"
Escrita por Madonna e Pharrell Williams, produzida por The Neptunes.Canção que, além de explicar a temática adocicada do álbum, também já convida os ouvintes ao ritmo dançante que será explorado no disco. Ouça o álbum “Like a Prayer” e entenda a batida quebrada da música.
2. "4 Minutes"
Escrita por Madonna e Justin Timberlake, produzida por Timbaland, com vocais adicionais de Justin Timberlake, é o primeiro single do disco e passa longe de ser a melhor faixa. Traz aquele pancadão funk e é a mais hip-hop de todas.
3. "Give It 2 Me"
Escrita por Madonna e Pharrell Williams, produzida por The Neptunes. De longe a melhor. Disco, sintetizadores, universo electro que dá o tom da faixa. Poe qualquer pessoa pra dançar. “Não é o começo, nem o fim” como diz a letra.
4. "Heartbeat"
Escrita por Madonna e Pharrell Williams, produzida por The Neptunes. Pancadinha hip hop marcante, melodia fácil, agudos anos 80. E vá dançar.
5. "Miles Away"
Escrita por Madonna e Justin Timberlake, produzida por Timbaland, possivelmente fala da relação dela com seu marido Guy Ritchie quando viviam em continentes separados é repetitiva, mas tem a cara das baladinhas deliciosas que embalam aos dores de cotovelo.

6. "She's Not Me"
Escrita por Madonna e Pharrell Williams, produzida por The Neptunes. A forma que ela encontrou de dizer que igual a ela não existe ninguém. Uma guitarra dá gingado a música, com elementos do groove que desembocam num remixe fantástico de si mesma
7. "Incredible"
Escrita por Madonna e Pharrell Williams, produzida por The Neptunes. Sonzinho de cobra ao longo da faixa a deixa como a mais fraca do disco, paquerando os adolescentes e com uma certa confusão nas camadas. Leve nuance funk dá uma salvada no som.
8. "Beat Goes On"
Escrita por Madonna e Pharrell Williams, produzida por The Neptunes. Uma surpresa para quem já tinha ouvido esta faixa na época em que vazou, no final do ano passado. Com outros arranjos e tranqüila, a faixa é tudo que Michael Jackson gostaria de gravar. Perfeita.
9. "Dance 2night"
Escrita por Madonna e Justin Timberlake, produzida por Timbaland, com vocais adicionais de Justin Timberlake .O baixo marca a faixa que pode ser considerada a mais black.
10. "Spanish Lessons"
Escrita por Madonna e Pharrell Williams, produzida por The Neptunes. Parece confusa, mas não é. Tem um certo excesso de elementos, porem graciosa como as musicas e influencias latinas que ela costuma usar. Dançante.
11. "Devil Wouldn't Recognize You"
Escrita por Madonna e Justin Timberlake, produzida por Timbaland, co-produzida por Nate "Danja" Hills, com vocais adicionais de Justin Timberlake. Aquela baladona. Como já disse noutra ocasião, as baladas dela são impagáveis. Outra black que Michael gostaria de ter gravado. Passa longe da pieguice da concorrente Mariah Carey.
12. "Voices"
Escrita por Madonna e Justin Timberlake, produzida por Nate "Danja" Hills, co-produzida por Timbaland, com vocais adicionais de Justin Timberlake. "Hard Candy" termina com Justin Timberlake perguntando: "Who's the master and who's the slave?" (na tradução livre, "quem é o mestre e quem é o escravo?"). É outra meia balada com pinta de etéreo.



Download: 3 links para voce tentar
http://www.ultimateload.in/?id=vob9d6yl

segunda-feira, 21 de abril de 2008

HARD CANDY COMPLETÍSSIMO, PODE BAIXAR, A MADONNA NAO TA SABENDO



Artista: Madonna

Álbum: Hard Candy

Gravadora: Warner Bros.

Ano: 2008

Tempo total: 54'56''

01. Candy Shop (4'16'')(Madonna and Pharrell Williams)

02. 4 Minutes - Feat. Justin Timberlake & Timbaland (04'05'')(Madonna, Timothy Mosley, Nate Hills and Justin Timberlake)

03. Give It 2 Me (04'48'')(Madonna and Pharrell Williams)

04. Heartbeat (04'02'')(Madonna and Pharrell Williams)

05. Miles Away (04'48'')(Madonna, Timothy Mosley, Nate Hills and Justin Timberlake)

06. She's Not Me (06'03'')(Madonna and Pharrell Williams)

07. Incredible (06'18'')(Madonna and Pharrell Williams)

08. Beat Goes On - Feat. Kenye West (04'26'')(Madonna, Pharrell Williams and Kanye West)

09. Dance 2night (05'03'')(Madonna, Timothy Mosley, Hannon Lane and Justin Timberlake)

10. Spanish Lesson (03'38'')(Madonna and Pharrell Williams)

11. Devil Wouldn't Recognize You (05'09'')(Madonna, Timothy Mosley, Nate Hills, Justin Timberlake and Joe Henry)

12. Voices (03'40'')(Madonna, Timothy Mosley, Nate Hills, Hannon Lane and Justin Timberlake)


Download: 3 links para voce tentar.








"HARD CANDY", O NOVO DA MADONNA, 8 FAIXAS DAS 12 DO ÁLBUM LOGO ABAIXO


OITO FAIXAS DO GUARDADO A MIL CHAVES "HARD CANDY" DA MADONNA

É SO CLICAR NO LINK




quarta-feira, 12 de março de 2008

Dessa eu não sabia






Todo mundo já devia saber, mas dessa eu não sabia. No discurso de agradecimento no Rock And Roll Hall Of Fame, no dia 10 deste mês, Madonna resumiu sua saga, agradeçendo as pessoas que estiveram por perto e ajudaram-na a chegar onde chegou. Entre uma passagem e outra, ela fala de quando encontrou o dono da Sire numa cama de hospital para lhe mostrar sua primeira demo, de quando conheceu sua altual assessora de imprensa , Liz, fumando um baseado (Liz era quem fumava) e coisas assim.
Mas o que eu nao sabia mesmo era dessa passagem curiosa:

"...de repente eu estava rolando no chão do MTV Awards com a minha bunda aparecendo... (quem nao lembra da perfomance de Like A virgin vestida de noiva la em 1980 e alguma coisa?) o que ninguém sabia é que eu havia perdido um de meus saltos e estava no chão tentando encontrá-lo e, de repente, aquilo se transformou num movimento de dança. E entao tive que ir para o meu camarim e encarar meu empresário que estava branco feito um fantasma em pânico dizendo que eu tinha acabado de arruinar minha carreira..."






E abaixo a capa do single que vem por aí, o 4 minuts, ja ta pela net

quarta-feira, 5 de março de 2008

Iggy Pop e os Stooges vão apadrinhar Madonna no Hall of Fame do Rock

DO G1
Organização decidiu substituir Justin Timberlake pela banda punk.Motivo alegado são as raízes: Madonna e os Stooges são de Detroit.
Sai Justin Timberlake, entram Iggy Pop & The Stooges. A organização do Hall of Fame do Rock decidiu substituir o cantor de “Sexyback” pela banda punk para apadrinhar Madonna na cerimônia que acontecerá na próxima segunda-feira (10), em Nova York. O motivo alegado são as raízes em comum: Madonna cresceu no subúrbio de Detroit, onde a banda foi formada. Além disso, o grupo abriu a apresentação da rainha do pop em Dublin na Reinvention Tour, em 2004. Outras atrações programadas para se apresentar na ocasião são Damien Rice (para Leonard Cohen), James Cotton (para Little Walter), Patti LaBelle (para Gamble & Huff), e ainda John Mellencamp e The Ventures.


'Four minutes'
Justin Timberlake canta na faixa “Four minutes”, produzida pelo badalado Timbaland. A canção faz parte do novo álbum de Madonna, “Hardy candy”, previsto para ser lançado mundialmente no dia 28 de abril e no dia seguinte nos EUA, mas já vazou na internet. Enquanto isso, Timberlake pode ser visto interpretando um apresentador de programa de auditório no novo clipe da dupla Gnarls Barkley, “Run”.

sábado, 1 de março de 2008

FOUR MINUTS


Agora é oficial, o novo álbum dela que é a melhor, vai se chamar "Hard Candy" (Bala dura). O título, diz-se, vem da obsessão da cantora por doces e traduz o espírito da material girl meiga/agressiva atualmente. "Four minuts" , o primeiro single que sera lançado no final de março, já rodou as ondas de uma radio francesa (NRJ) esta semana, vale nota 9. Tem la a participação de Justim e produção sei la de quem , talvez de Timbaland, o mestre do hip hop e deste disco.
Justim divide o refrao basicamente numa coisa que lembra a sonoridade dos anos 80, e o break que rolava no inicio dos anos 90. Justin imprime um negocio quase um grupinho boy band. Anos 80 seriam Menundos? Misture Michael jackson. Nao interessa. A faixa segue a cartilha do que Madonna queria: sonoridade urbana com costura hip hop!!!
É poderosa!!! Tem cara também de não ser o melhor que vira no album. Alias, o single, geralmente esconde faixas mais interessantes que virao com o disco. Vamos esperar o final de abril, quando sai o disco, ou quando baixaremos tudo de graça na internet. Madonna aos 50 promete mexer o esqueleto de qualquer um, goste ou nao da levada hip hop. ta valendo!
para baixar, basta acessar

ou
ou ainda procurar no madonnaonline.com.br
Ah! Depois de vaqueria, puta, vaca e tudo o mais, dessa vez ela vem de pugilista. Saradissima como sempre. E o disco parece que sera "non stop". Aguardemos.
PORQUE RAPADURA É DOCE, MAS NÃO É MOLE, NÃO!

sábado, 5 de janeiro de 2008

O fino do POP


Britney Spears é hospitalizada para avaliação psicológica

A polícia foi à casa da cantora para solucionar a "disputa por custódia"


Do msn.com

Em São Paulo Britney Spears foi levada de ambulância para um hospital de Los Angeles nesta quinta-feira (3) para uma avaliação psicológica, informou o site americano "TMZ". Por volta das 20h, a polícia foi chamada à casa da cantora, em Beverly Hills, para resolver uma disputa pela custódia de seus filhos. A popstar saiu da sua casa em uma maca. Dentro da ambulância, os paramédicos tentaram amarrar as pernas de Britney e a levaram para o hospital Cedars-Sinai. Sean Preston, de 2 anos, e Jayden James, de 1, estavam na casa de Britney e deveriam ser devolvidos ao pai, Kevin Federline, às 19h desta quinta. Um segurança do dançarino foi buscar as crianças na hora combinada, mas a cantora se recusou a entregá-las. Durante quase três horas, os policiais tentaram apartar a briga entre Britney e o segurança de Federline. Por volta das 22h50, a cantora resolveu entregar os filhos. Um policial disse que Britney Spears estava sob efeito de alguma substância desconhecida.

domingo, 16 de setembro de 2007

Madonna é arrastada pelo pescoço de camarim dos Bloc Party

David LaChapelle/Divulgação
A cantora Madonna foi arrastada pelo pescoço para fora do camarim da banda Bloc Party nesse fim de semana. Ela não foi reconhecida pelo empresário da banda que ordenou aos seguranças que a colocassem para fora.
Madonna é fã da banda e se dirigiu ao camarim para falar com seus integrantes. Quando se dirigia aos bastidores, foi barrada pelo empresário da banda e arrastada para fora dali pelos seguranças.
Kele Okereke, dos Bloc Party, contou o episódio ao site de notícias wenn.com. "Ela é nossa fã. Mas o nosso empresário é um tipo da Escócia que não sabe muito de cultura pop. Então, quando ela entrou, ele alertou a segurança, que a arrastou dali para fora, com a cabeça presa por um braço. Foi surreal, e todo mundo ficou em silêncio na hora."
Segundo Okereke, Madonna ficou furiosa. "Tudo o que conseguíamos ouvir era a Madonna rogando pragas e dizendo que ia matar os seguranças."
Apesar do incidente, o músico da banda disse que Madonna não foi subjugada pelos seguranças. "Ela é bastante dura por causa da prática de pilates, por isso conseguiu se soltar com facilidade."
Redação Terra, 11 de set

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

Madonna e Britney na mira dos terroristas

GAZA - As cantoras Madonna e Britney Spears "são imorais, disseminam a corrupção e portanto merecem morrer", afirmou nesta terça-feira (12) à ANSA o porta-voz dos Comitês de Resistência Popular, Mohammed Abed-Al (Abu Abir).A afirmação confirma as declarações publicadas no recém-publicado "Schmoozing With Terrorists" (papeando com terroristas, em tradução literal), livro escrito pelo jornalista Aaron Klein.



Aguardemos!

Madonna alias foi fagrada ao lado do marido no clima dos bons tempor de "Erotica":


Acompanhada de Guy Ritchie, Madonna foi vista saindo de um restaurante com um brinquedinho erótico. Há quem diga que ela comprou o mimo para presentear o marido, que fez aniversário dia 10. O brinquedo é particularmente transgressor: trata-se de uma calcinha com um pênis de plástico na frente.

E Britney, coitada, parece que ainda anda chapada, capengou na apresentação que deveria ser triunfal em sua volta aos palcos no MTV Video Music Awards 2007:
Colunistas de jornais, sites e televisões criticaram sem piedade nesta segunda-feira a volta aos palcos da cantora Britney Spears, que no domingo se apresentou no VMA."Depois de semanas de rumores, Britney Spears apareceu no MTV Video Music Awards mal vestida, fora de forma e com uma apresenção medíocre de sua recente canção "Gimme More", que poderia ter ensaiado muito mais", afirma o site da revista People."Totalmente ultrapassada pelos acontecimentos, ela não estava preparada para uma hora de grande audiência", afirma o Washington Post, destacando a falta de sincronização entre a cantora e o 'play-back'. Para o jornal Los Angeles Times, Spears "parecia mais Edie Sedgwick nas cenas pós-lobotomia do filme 'underground' 'Ciao, Manhattan'.

Britney Spears, de 25 anos, a artista prefirida do público juvenil americano, ficou famosa em 1999 com a canção "Baby one more time", que chegou a vender 76 milhões de discos no mundo inteiro.No entanto, desde 2004 se retirou dos palcos e estúdios de gravação para se dedicar à maternidade.

nada mudou, so piorou. São as mesmas dancinhas, as mesmas roupas, a mesma falta de originalidade.

AVISO PARA A POSTAGEM QUE SEGUE ABAIXO: A WARNER JÁ RETIROU A MUSICA DA MADONNA DO YOU TUBE. ELA DEVE ESTAR POR AI NOS PROGRAMAS DE DE DOWNLOADS DA VIDA. PROCUREM.

segunda-feira, 25 de junho de 2007

Madonna - O fino do pop. No auge e insubstituível

Cotaçao: A+

Madonna
Music
Setembro de 2000
Warner
Faixas:
1. Music
2. Impressive Instant
3. Runaway Lover
4. I Deserve It
5. Amazing
6. Nobody's Perfect
7. Don't Tell Me
8. What It Feels Like For A Girl

9. Paradise (Not For Me)
10. Gone


Há muito não se vê e ouve algo tão fino no mundo da música pop. Madonna e Music chegaram para impor um novo conceito de se fazer música. Primeiro com o lançamento inesperado do álbum na internet via Napster. Depois pelo uso abundante de recursos eletrônicos. O que antes era restrito com Madonna ganhou o mundo e para influenciar o mundo.
Em "Ray of Light", o álbum anterior, Madonna propôs inovações, produziu com William Orbit um disco excelente, pop e obscuro, denso e soturno, o casamento da cantora com a eletrônica. O mérito maior do álbum, alías, é a audácia do experimentalismo bem sucedido.
Entretanto, Music vai alem de ser histórico para a cantora. Ele é marco para a indústria do pop. A diva disse adeus ao deslumbramento com a maternidade e resolveu resgatar sua essência. Aqui está sintetizado todo poder e talento da americana mais global do planeta. Melodias perfeitas e sensualidade a flor da pele, e sem excessos, reativam a veia da cantora que se ouvia em Like a Prayer, Erotica e outros diamantes dos anos 80. Music é Madonna efervescente, inebriante, vaca chic.
As influências vão de Air a Daft Punk. A maior parte do trabalho ficou por conta do Dj francês Mirwais Ahmadzai que trouxe o minimalismo ate a obra. Com ele Madonna gravou "Music" a melhor faixa. É funk. Uma festa profana. Hit do quilate de "into the groove", "everybody", "like a virgin" e afins.
Em seguida, "Impressive instant", também de Mirwais, é psicodelia pura.
"Runaway lover" tem produçao evidente de William Orbit. É house/trance de primeira.
Ainda de William, "Amazing" é parente de "Beautiful stranger". Para entender bastar ouvir "Beautiful..." pouco mais acelerada.
As outras faixas sao baladas ou meias-baladas. Vocais distintos e arranjos perfeitos valorizam as melodias irresistivéis e simples. Detalhe: à excessão de "Gone", Madonna usa vocoder (recurso que robotiza a voz) em todas as faixas. O vocoder atinge o clímax em "Perfect" e "Paradise", esta a balada mais fina e francesa que Madonna já gravou. Além disso, há a ifluência do folk/country em irretocavéis faixas como "Don´t tell me"

Music surgiu para autorizar a entrada da eletrônica no pop, e além dele. Para dizer quem manda e quem melhor faz música nesse ramo e para fazer o mundo afora assumir as influências da Madonna na música e na vida.

quinta-feira, 21 de junho de 2007

Garbage - sindrome do segundo disco?



Cotação: C

Garbage

Version 2.0

1998

BMG

Faixas:


1. Temptation Waits 2. I Think I'm Paranoid 3. When I Grow Up 4. Medication 5. Special 6. Hammering In My Head
7. Push It 8. The Trick Is To Keep Breathing 9. Dumb 10. Sleep Together 11. Wicked Ways 12. You Look So Fine

Version 2.0 é o segundo e também bem sucedido album do Garbage. E passa longe longe da síndrome do segundo disco, pelo menos comercialmente. Mas o primeiro album é muito superior a esta versao do lixo da banda. O rock que soa eletronico, ora pesado, ora em deliciosas é comandado pela voz provocante da andrógina, porém sexy, Shirley Manson.

Prova de que o Garbage está na lista das melhores das surgidas na década de 90 sao as faixas "Temptation waits", as enlouquecidas "I think i'm paranoid", "Push it" e "Special".

As baladas "Medication" e "You look so fine" combinam com a depressiva voz de Shirley, ideais para embalar romances conturbados.

Zélia Duncan - códigos, ósculos e amplexos



Cotação: B

Zélia Duncan

Acesso

1998

Warner

Faixas:


1. Codigo De Acceso
2. Verbos Sujeitos
3. Depois Do Perigo
4. Haja
5. Sexo
6. Imorais
7. Toda Vez
8. O Lado Bom]
9. Quase Sem Querer
10. As Vezes Nunca
11. Por Hoje E So

A voz grave continua cada vez melhor. Os arranjos inconfundíveis do banjo e do bandolim que a consagraram estão bem empregados em "Toda vez". A parceria com Christiaan Oyens rendeu o melhor disco, ou o mais maduro, de Zélia até entao.

Com letras de tom confessionais, Zélia abre o cd com a engenhosa "Código de acesso" e injeta peso em "verbos sujeitos". Moderna, ela abusa da eletrônica em "sexo", onde usa pitadas de drum'n'bass, protesta na reflexiva e uma das melhores "Imorais", faz um cover acústico para "Quase sem querer" da Legião Urbana e fecha o disco com a apaixonada "POr hoje é só".

terça-feira, 19 de junho de 2007

No Doubt - da terra das laranjas

Cotação: B
No Doubt
Tragic Kingdom
outubro de 1995
Interscope Records
faixas:

1. Spiderwebs 2. Excuse Me Mr. 3. Just A Girl 4. Happy Now? 5. Different People 6. Hey You 7. The Climb 8. Sixteen 9. Sunday Morning 10. Don't Speak 11. You Can Do It 12. World Go 'Round 13. End It On This 14. Tragic Kingdom


O grupo californiano NO DOubt liderado por Gwen Stefani já havia lançado outros dois discos sem sucesso nos Estados Unidos, até estourar com a imbatível balada "Don't Speak" que liderou as paradas mundiais.

Ao som da mistura de rock-pop-ska, Gwen Stefani produziu uma febre de wannabes que lhe mereceu capa na mais importante publicação de música dos EUA, a ROlling Stone, e comparações a Madonna.





















Os hits: as mais pesadas "Excuse Me Mr" e "Just a girl", "world go' round", "End it on this", além das saltitantes "Happy now?" e "Different people".

segunda-feira, 18 de junho de 2007

Gal Costa - POP


Cotação: B
Gal Costa
Aquele Frevo Axé
1999
BMG
FAixas

1. Imunizacao Racional (Que Beleza) 2. A Voz Do Tambor 3. Aquele Frevo Axe 4. Esquadros 5. Assum Branco 6. Amor De Juventud 7. Aguarte Agora 8. Qui Nem Gilo 9. Voce 10. Voce Nao Gosta De Mim 11. Habib 12. Quase Um Segundo 13. Calling You 14. Sertao
Beirando o pop, Gal com a voz mais refinada e educada regravou pérolas da MPB como "Imunização Racional (Que beleza)" de Tim Maia, numa batida a la Olodum que lembra "They don't care about us" de Michael Jackson.
O disco é recheado de clássicos: "qui nem jiló" de Luiz Gonzaga e "Esquadros" de Adriana Calcanhotto, numa versão amena.
Indeléveis o dueto com Milton Nascimmento "A voz do tambor", "quase um segundo" de Hebert Vianna e "Calling you" que inclui "Girl from Ipanema" num ingles baiano que se torna o mais interessante da canção.